Como seria previsível, as eleições da semana passada não alteraram nada de muito substancial no panorama político português e os problemas e omissões da vida dos portugueses são os mesmos.
Para não ter de ouvir as imbecilidades próprias de uma campanha eleitoral, ando a dar uma volta pela Europa. Já estive na Irlanda, depois em França e agora estou na Suíça, esperando voltar a França e gastar ainda mais algum tempo em Espanha.
Estamos ainda a um mês das eleições, mas já estamos em plena campanha eleitoral com debates todos os dias, muitos comentadores a comentar e a dar notas, sem que exista qualquer critério visível e em que o futebol da política não tem parança.
Leio nos jornais que a Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIM) considera ser imprescindível a garantia de “um equilíbrio entre os ecossistemas e o bem-estar humano” na futura linha de alta velocidade, que vai atravessar quatro dos seus 10 concelhos.
O primeiro-ministro Luís Montenegro e o secretário-geral do PCP Paulo Raimundo resolveram inovar na vida política nacional ao decidirem recorrer a justiça para resolverem conflitos políticos e ainda que tenha sido por razões diferentes, prevejo que as queixas lhes sejam devolvidas