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Hospital de Viseu “mima” os dadores de sangue

O Serviço de Sangue e Medicina Transfusional da ULS Viseu Dão Lafões assinalou o dia do dador em jeito de reconhecimento. A sua diretora Marina Costa lembra que são precisos mais dadores. Atenção ao Grupo A

Felizmente são muitos mais os dadores que dão sangue na Unidade Local de Saúde Viseu Dão Lafões do que aqueles que marcaram presença na cerimónia que pretendeu assinalar o dia e reconhecer a importância das suas dádivas. Mas os que estiveram são daqueles com quem se pode contar pois são regulares na sua dádiva.

E um a um subiram ao palco para receberem ou certificado ou as medalhas douradas das 60 dádivas, entregue a António Pais. Desafiado pela diretora do serviço a chegar às 100 e assim receber a de cristal, António Pais sorriu e respondeu com a meta das 75.

Agradecendo a presença de todos, Marina Costa reconheceu que nunca é demais referir o que toda a gente já sabe: “que são precisos mais dadores, que Portugal tem falta de sangue generalizado”.

Quanto à situação no Serviço de Sangue e Medicina Transfusional da ULS Viseu Dão Lafões, a sua diretora garante que “não há, neste momento, nenhum grupo que se encontre abaixo do normal”, mas reconhece que “nunca se está no sistema confortável”. Ou seja, e usando uma expressão bem conhecida, “estamos na fase do chapa ganha, chapa gasta”.

“Os nossos stocks estão estabilizados. Os dadores vêm e nós gastamos, voltam a vir e nós gastamos e assim por diante. Mas temos sempre de comprar sangue em Coimbra”, explicou reconhecendo que se precisa de mais dadores que podem começar a dar sangue a partir dos 18 anos até aos 65 anos.

Refira-se que os homens podem dar quatro vezes por ano e as mulheres três vezes ao ano.

Faltam os tipo A
Quanto ao tipo de sangue mais necessário e, ao contrário das ideias generalizadas, são os A. Porquê? “Porque os O são pessoas extraordinariamente motivadas que sabem que só eles é que recebem e sabem que dão para toda a gente e vêm. Os A é que acham que há muitos e não vem tanto. Mas os muitos significa que também há muitos doentes e muitos mais a precisar”, alertou, reconhecendo que “normalmente, o grupo que dá mais dificuldade é o Grupo A”.

Recorde-se que o serviço já tem uma página no Facebook e no Instagram – O Banco de Sangue do Hospital de Viseu - com informações aos dadores e onde estes podem ir e deixar as suas opiniões e sugestões ou partilharem as suas dádivas.

Junho 17, 2025 . 08:30

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