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Organizadores de marcha contra as portagens na Guarda conhecem hoje a sentença

Os arguidos estão acusados de não terem comunicado previamente a iniciativa à Câmara Municipal da Guarda, de acordo com a lei

Os organizadores de uma marcha lenta contra as portagens, promovida na Guarda em 11 de maio de 2018 e que estão acusados do crime de desobediência qualificada, conhecem hoje a sentença, às 14:00, no Tribunal da Guarda.

Os arguidos estão acusados de não terem comunicado previamente a iniciativa à Câmara Municipal da Guarda, de acordo com a lei.

No banco dos réus estiveram a União de Sindicatos de Castelo Branco, a Associação Empresarial da Região da Guarda, os antigos dirigentes empresariais José Gameiro (Castelo Branco) e Pedro Tavares (Guarda), bem como Zulmiro Almeida, da Comissão de Utentes da A25.

Os sindicalistas Luís Garra (União de Sindicatos de Castelo Branco) e José Pedro Branquinho (União de Sindicatos da Guarda) são outros arguidos.

Os sete arguidos são acusados de, no dia 11 de maio de 2018, pelas 17:00, se terem juntado “de forma ordenada e organizada, com cerca de 60 pessoas, algumas delas com cartazes/telas com inscrições de protesto contra as portagens nas A23 e A25, junto à Rotunda do G, nesta cidade [Guarda], manifestando-se contra as aludidas portagens”.

Junho 12, 2025 . 09:45

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