
Académico de Viseu começa com vitória folgada a defesa do título
O Académico de Viseu entrou bem na época na luta pela defesa o título de Sub-23, obtido na Liga Revelação, ao bater o Estrela da Amadora por 3-0, com os golos obtidos durante a primeira parte. Ganhar agora na Liga Next Gen e por três golos, constitui um bom inicio para o Académico a mostrar-se favorito para festejar, novamente, o título nesta temporada.
Aos 55 segundos o Académico podia ter chegado ao golo, quando Miguel Almeida rematou e o guarda-redes Afonso Santos estava adiantado e longe da sua baliza, mas a bola saiu ao lado do poste. Sem dúvida que foi um aviso para o resto do primeiro tempo.
O Estrela da Amadora mostrava maturidade, com os seus jogadores a terem mais idade, em relação aos viseenses, na sua maioria promovidos dos Sub-19.
Aos oito minutos, na sequência de um canto, David Nunes, ao segundo poste rematou, mas a bola embateu no ferro e saiu pela linha do fundo. Aos 12 minutos foi Henrique Poniewas a rematar ao poste da baliza de Denis Gulu, mas na resposta Jebril Moumen, servido por Miguel Almeida, rematou para o primeiro golo da partida.
Reagiu o Estrela da Amadora que passou a assediar com mais perigo a baliza da formação academista. Contudo, aos 23 minutos, Miguel Almeida conseguiu a posse da bola e passou por três defesas contrários, tendo cruzado para Nourdine Barry, fazer o segundo. Aos 26 minutos ficou a dúvida se houve ou não grande penalidade a favor dos viseenses, por falta do guarda-redes Afonso Santos sobre Miguel Ângelo. O jogo passou a ser de parada e resposta, com o Estrela a tentar organizar as suas jogadas de ataque a partir do meio campo, enquanto o Académico jogava na profundidade, tentando apanhar a defesa contrária desprevenida. Aos 45 minutos, Kauê Schmoller rematou forte e o guarda-redes não segurou a bola, surgindo rápido Miguel Ângelo que rematou para o fundo da baliza aumentando a vantagem. Pouco depois o árbitro apitou para o descanso. O resultado ajustava-se, tendo em conta a eficácia dos locais.
Para a segunda parte a equipa da Amadora surgiu mais pressionante, a obrigar a defesa academista, incluindo o guarda-redes, a trabalhos ‘extra’. Não foi fácil ao Académico desfazer a pressão a que estava a ser sujeito e passar a procurar a baliza contrária. O jogo passou a ser mais musculado e o Estrela levava vantagem pela maior compleição física dos seus jogadores.
A tática usada para contrariar o poderio físico do adversário foi a rapidez dos pupilos comandados por João Pedro Duarte que, assim, conseguiram levar o perigo até junto da baliza contrária. Pese embora as duas equipas procurassem que o marcador voltasse a mexer, a verdade é que resultado não se alterou.








