
Armamar promove a maçã numa feira que aproxima produtores e território
O Município de Armamar preparou a 19.ª edição da Feira da Maçã de Montanha para o fim de semana de 2 a 4 de outubro. A edição deste ano é marcada por um novo ciclo na evolução do certame, com uma reestruturação que o ajusta à dimensão regional que alcançou. Surge agora como Feira da Maçã de Montanha, para reforçar a ligação entre o produto e o território, permitindo afirmar a sua origem e diferenciação, consolidando Armamar como Capital da Maçã de Montanha.
O evento acontece duas semanas mais cedo que o habitual. E porquê? Explica a autarquia que “antecipando para o primeiro fim de semana de outubro procura-se acompanhar de forma mais próxima a época da colheita e, simultaneamente, aproveitar a maior probabilidade de condições climatéricas mais favoráveis”.
Também o espaço foi repensado para tornar a feira mais organizada, apelativa e funcional. Uma das principais novidades é a organização por setores de atividade económica, para reforçar a sua representação porque são eles o conteúdo e a autenticidade da feira, permitindo criar oportunidades de promoção, relacionamento e negócios.
No programa de animação o destaque vai para o espetáculo de Fernando Daniel..
“Mas este ano há uma aposta ainda mais forte na valorização do que temos de melhor: os armamarenses”, adianta a autarquia. As associações e coletividades culturais, sociais e desportivas vão ter um papel fundamental na programação, levando ao palco o talento, a cultura e a identidade da comunidade.
“Feira da maçã é a montra de Armamar”
A Feira da Maçã de Montanha cresceu em dimensão e na capacidade de atrair visitantes, que demonstra o interesse crescente pelo evento e a sua capacidade de mobilização, confirmando uma relevância que é já regional. Uma feira que se reafirma ano após ano como a montra de Armamar, onde se cruzam promoção económica, produtos locais, cultura, gastronomia, turismo, entretenimento e convívio. É da conjugação destas dimensões que resulta o crescimento, a evolução e a capacidade de chegar a novos públicos.
A maçã de montanha continua no centro do certame, mas há mais para ver num concelho onde a atividade económica está profundamente ligada à agricultura e à paisagem.
Os vinhos das regiões demarcadas do Douro e do Távora-Varosa juntam-se como produtos identitários, e a gastronomia, o fumeiro, o artesanato, o alojamento turístico e a restauração, entre outros, completam a diversidade que permite aos visitantes uma visão mais completa de Armamar.
O certame afirma-se também como um “EcoEvento, integrando preocupações ambientais na organização e no funcionamento do certame, um trabalho de articulação da Autarquia com a Resinorte”. Com a feira a assumir a responsabilidade de preservar o território que está na sua origem.
De entre as várias parcerias que ajudam a concretizar o evento o destaque vai para a colaboração da Associação de Fruticultores de Armamar, parceira na coorganização, que dinamiza as comunicações técnicas que integram o programa, reforça a componente de conhecimento e partilha de informação dirigida aos profissionais do setor, criando um espaço de reflexão e debate sobre temas relevantes para a agricultura e para a atividade económica local.
Também a parceria com a CP Comboios de Portugal continua a ser uma aposta para que este certame possa levar a Armamar visitantes de outros territórios, com transfers assegurados pela autarquia para quem utilizar o comboio como meio de transporte.







