
Diretor da Torre Eiffel afasta-se depois de escândalo discriminatório
Uma investigação interna “revelou uma série de falhas e deficiências na estruturação das visitas oficiais e na organização da visita de 05 de setembro, que levaram à exclusão de funcionárias no dia da visita, uma situação inaceitável”, explicou a empresa Société d'Exploitation de la Tour Eiffel (SETE), em comunicado.
Esta exclusão provocou indignação entre os funcionários e o encerramento do monumento parisiense por um dia.
A aceitação desta exigência do grupo religioso hindu pela direção gerou uma forte onda de indignação, acusações de discriminação de género e violação dos valores de igualdade da República Francesa.
Perante a pressão dos sindicatos de trabalhadores e o impacto mediático negativo, tornou-se inviável a continuidade do luso descendente Patrick Branco Ruivo na liderança da empresa.







