
Coimbra volta a ter “Café Curto” no Convento São Francisco com mais música emergente
“Com curadoria da Blue House, coprodução do Convento São Francisco e financiamento da Câmara Municipal de Coimbra, o ciclo retoma a programação regular que se prolonga até ao final do ano, mantendo a aposta na música emergente e no apoio à criação artística”, informou.
Depois de uma primeira metade do ano com programação regular e de nove sessões do Café Longo integradas no “Verão a 2 Tempos”, o “Café Curto” regressa ao Café Concerto do Convento São Francisco no dia 08 de setembro, retomando a sua programação semanal.
Os ‘showcases’ são gratuitos e têm lugar todas as terças-feiras, das 19:30 às 20:00.
O regresso acontece com Dela Marmy a 08 de setembro, seguido de Sara Cruz no dia 15.
A 22 de setembro, a Curadoria Emergentes apresenta Beatriz Madruga; o mês termina com o “Café Duplo”, de Carlos Raposo e de Mariana Camacho, a 29 de setembro.
Em outubro, Bernardo Couto atua no dia 06, numa sessão associada ao Festival Correntes de Um Só Rio, seguindo-se a Mafalda no dia 13 de outubro.
Já o MIC (Música Independente de Coimbra) regressa a 20 de outubro com o “Xanfana” e o mês encerra, no dia 27, com o “Café Duplo” protagonizado por Inês Condeço e a italiana Giulia Gallina.
Em novembro, Catarina Branco atua no dia 03 e RUJO sobe ao palco na semana seguinte (dia 10).
O ciclo prossegue com o Combo Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra, a 17 de novembro, e com o “Café Duplo” de Rita Silva e Pedro Melo Alves, no dia 24.
Em dezembro, a programação inicia-se no dia 01 com um concerto de Clara Maio, o último MIC do ano; segue-se a 08 de dezembro um “Café Curto” com Polar Opposites; e a 15 de dezembro um último momento do Tour Emergente com LIKA.
“O ano encerra-se a 22 de dezembro com o último e muito especial ‘Café Duplo’ de 2026, que será uma espécie de presente de Natal. O projeto vai encerrar a programação de 2026 com uma surpresa, mantendo em segredo os artistas convidados até ao momento da apresentação”, indicou.
Segundo a organização, a sessão vai ser, simultaneamente, uma forma de fechar o ano do “Café Curto” e um presente para assinalar o oitavo aniversário da Blue House, que se celebra em dezembro.
Criado em outubro de 2020, em plena pandemia, o “Café Curto” nasceu como um ciclo de ‘showcases’ regulares e foi “crescendo ao longo dos anos, adaptando-se a diferentes contextos e incorporando novos formatos e parceiros”.
O projeto passou a integrar diferentes eixos de programação, entre os quais o “Café Duplo”, o MIC – Música Independente de Coimbra e o “Café Longo”, afirmando-se como “um espaço de apresentação para artistas em diferentes momentos dos seus percursos”.
Em 2026, o Café Curto entrou numa nova etapa, com uma programação mais alargada e o reforço das relações com entidades e projetos da cidade e do país.
Entre as novas parcerias está o Festival Emergente, que vai trazer nesta segunda parte do ciclo duas datas dedicadas a artistas selecionados através da sua open call nacional.
Mantém-se também a colaboração com o Curso Profissional de Jazz da Escola Artística do Conservatório de Música de Coimbra, através de apresentações resultantes de processos de residência e criação e a apresentação de dois projetos saídos do MIC – Música Independente de Coimbra.
Ao longo dos seus quase seis anos de existência, o “Café Curto” tem acompanhado o percurso de “centenas de artistas e de projetos, criando um espaço regular para a apresentação de trabalho e para o encontro entre diferentes agentes da música”.
“O regresso em setembro dá assim continuidade a esse percurso e a uma programação que procura aproximar artistas emergentes, públicos e estruturas culturais”, concluiu.








