
Belmonte Medieval inspira-se na Lenda dos Cabrais
Ao longo de três dias, a vila apresenta-se com os motivos da época, contando com animação de rua, torneios a cavalo, espetáculos de falcoaria, teatro ao ar livre e malabarismo, dança, fogo, recriações históricas nesta Belmonte Medieval, um programa que segundo o presidente da Câmara de Belmonte, António Luís Beites, se destina a todos os públicos.
“Vai ser um programa muito eclético, para todos os gostos, dos oito aos 80, recuando no tempo e abrilhantando todo o potencial histórico que tem esta belíssima vila de Belmonte”, disse.
O destaque será o cortejo nobre que abre o certame, ao final da tarde de dia 14, a partir do edifício dos Paços do Concelho até ao monte da Esperança, onde se situa o castelo e onde decorre a feira medieval, contando com mais de uma centena de figurantes locais e algumas dezenas de vários pontos do país.
Do programa também consta a gastronomia tradicional, a música de época e oficinas artesanais.
António Luís Beites espera que “sejam três dias de animação e promoção da história de Belmonte que, este ano, recua aos inícios da sua história, ao tempo dos Cabrais”.
O espaço expositivo da feira reduz-se este ano a 110 expositores de artesanato e gastronomia e a entrada está também condicionada à aquisição de um copo no valor de dois euros, o valor que também será cobrado para visitas ao castelo, ao acampamento medieval e aos espetáculos que decorrem no seu interior. Para a música haverá três palcos distintos, no Pelourinho, no castelo e junto ao solar dos Cabrais.
Organizada pelo Município e Empresa Municipal de Belmonte, a Belmonte Medieval, conta com a colaboração ativa da comunidade local, associações culturais e grupos de recriação histórica.
Os figurantes vão interpretar a Lenda dos Cabrais, que explica a origem do brasão desta família, cujos primeiros registos na região remontam ao século XIII.










