
Autarca faz balanço positivo da 3.ª edição do Festival Barrelas Summer Fest
O presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva, Paulo Marques, considera que o balanço “é muito positivo”, na medida em que “continuamos a afirmar a marca Barrelas Summer Fest no panorama artístico nacional e temos tido cada vez mais repetentes no nosso festival, apesar de ser um evento relativamente recente. O cartaz, a localização, as condições são sempre primazia na mente dos festivaleiros. O festival está a criar raízes e esse é o nosso principal objetivo”.
O autarca recordou que foram “dois dias de grande festa, alegria e agitação”, embora reconheça que o primeiro dia, sexta-feira, “ficou um pouco aquém das expetativas”. Definindo o cartaz como “excelente”, realçou o movimento que a vila ganhou nos dois dias de festival, “dinamizando o comércio e a economia local”.
“Esperava mais gente na noite dos Xutos e Pontapés, mas foi certamente por ter sido numa sexta-feira, porque no sábado tivemos grande afluência para ver Morcheeba e Deus, dois excelentes concertos”, afiançou.
O autarca paivense afirmou que, nos dias do festival, “tivemos cerca de 5 mil pessoas”, uma afluência menor em relação aos dois anos anteriores, tendo garantido ao Diário de Viseu que a quarta edição do Barrelas Summer Fest já está a ser preparada e será realizada novamente no final de julho.
Autarca considera que "metade do que a oposição diz é mentira"
Em relação às crítcas efetuadas pelo PSD de Vila Nova de Paiva, que questionou “o modelo em que se investiram já milhões de euros de recursos públicos sem que sejam apresentados dados concretos que demonstrem o seu retorno para o concelho”, Paulo Marques adiantou que “metade do que dizem é mentira”.
“Quando eles quiserem analisar todas as contas a sério, nós falaremos a sério com eles, mas enquanto andarem a fazer populismo e a tentarem enganar a população, não há nada a dizer. A questão não é o facto de o festival ser financeiramente viável ou não. O festival, obviamente, dificilmente dará lucro nos próximos anos, mas se calhar também não é esse o principal objetivo. O objetivo continua a ser promover a região e o território e os visitantes deixarem aqui dinheiro na nossa economia local”, enfatizou.
O autarca garantiu que, “ainda não houve custos para o município de um milhão de euros no total das três edições”, acusando a oposição de “não ser séria”.
“Ainda por cima falam sempre do contrato que vem com IVA e nós já lhes explicámos, no ano passado e há dois anos, que nós vamos recuperar o IVA todo. Não se fala com valores com IVA, é sempre sem IVA, mas é melhor dizer 890 mil euros do que 725 mil euros. Eles dizem sempre o que lhes apetece...”, concluiu.










