
Europeus de canoagem juntam cerca de 600 atletas de 39 países
Em Montemor-o-Velho, depois de nas eliminatórias não terem agarrado a única vaga na sua regata para a final, conseguida pela Hungria, hoje, na meia-final, Gustavo Gonçalves, João Ribeiro, Messias Baptista e Pedro Casinha precisavam de ficar nos três melhores, e venceram.
O quarteto que em 2025 também foi campeão do Mundo arrancou bem, viu a sua liderança ceder a meio da prova, mas depois teve um final muito forte e impôs-se em 1.18,300 minutos, deixando a Sérvia, segunda, a 260 milésimos, e a República Checa, terceira, a 720.
As três tripulações reencontram-se no sábado, às 12:05, no Centro de Alto Rendimento (CAR), numa final na qual a formação lusa procura repetir o ouro da época passada, competindo na pista três.
Beatriz Fernandes também precisava de ficar nas três primeiras na semifinal e acabou em segunda, a 305 milésimos da russa, a competir com bandeira neutra, Ekaterina Shliapnikova, que cortou a meta em 45,636 segundos: na final de sábado, às 11:40, vai na lateral pista nove.
Estas duas finais juntam-se às quatro que a seleção já tinha assegurado na quinta-feira, no arranque da competição, nomeadamente sábado em K1 1.000 metros por Fernando Pimenta, e domingo no K2 500 por João Ribeiro e Messias Baptista, que minutos antes terá também a final de K1 200.
Na canoagem adaptada, Norberto Mourão também vai defender o título europeu de VL2.
Esta tarde, a seleção lusa tem mais sete meias-finais, destacando-se as aspirações de Fernando Pimenta em K1 500, e de Beatriz Fernandes e Inês Penetra em C2 500.







