
Fernando Valente absolvido no caso da grávida da Murtosa
Fernando Valente foi absolvido pelo Tribunal da Relação do Porto das acusações de homicídio qualificado, aborto, profanação de cadáver, acesso ilegítimo e moeda falsa relacionadas com o desaparecimento de Mónica Silva, grávida vista pela última vez a 3 de outubro. A notícia foi inicialmente avançada pelo Correio da Manhã.
A decisão põe fim ao processo contra Valente, não cabendo recurso para o Supremo Tribunal de Justiça, apenas para o Tribunal Constitucional sobre questões constitucionais, na chamada "dupla conforme".
O Ministério Público tinha recorrido da sentença do Tribunal de Aveiro que já o absolvera, pedindo pena máxima, acusando Valente de ser autor do homicídio da grávida, que nunca regressou a casa como prometera aos filhos menores.
A investigação da Polícia Judiciária indicava que Valente terá levado Mónica para sua casa na Torreira, Murtosa, onde alegadamente cometeu o crime, sendo que as provas terão sido apagadas por ele e pelo pai através de uma limpeza profunda do local.
Fernando Valente nunca confessou e esteve em prisão preventiva, passando depois para prisão domiciliária.







