
Padaria artesanal de Viseu vence medalha de prata em concurso nacional
A Rústica - Padaria Artesanal foi distinguida com a Medalha de Prata na categoria Inovação, no âmbito do Concurso Nacional do Pão, realizado no Museu do Pão, em Seia.
O setor da Panificação voltou a dar provas da sua vitalidade e capacidade de inovação na segunda edição do concurso “O Melhor Pão de Portugal – ACIP / Museu do Pão”, que distinguiu cinco empresas nacionais pela qualidade dos seus produtos.
A segunda edição deste concurso voltou a colocar em destaque a qualidade, a tradição e a capacidade de inovação da panificação portuguesa.
A padaria viseense publicou na sua página oficial do Facebook uma mensagem, revelando ter sido "um enorme orgulho ver distinguido o nosso Pão de Carqueja (com crosta de carvão) com a Medalha de Prata na categoria Inovação no Concurso Nacional do Pão. Trata-se de um pão que transporta os aromas da serra, o cheiro da montanha molhada pela chuva, a força da terra e a memória das tradições da Beira. Este reconhecimento reforça o nosso compromisso com a sustentabilidade, a inovação e a preservação dos sabores que contam a nossa história. Obrigado a todos os clientes, fornecedores e amigos que fazem parte desta conquista".
Na categoria Trigo, o prémio foi atribuído à Padaria Tradicional de Rio Torto, de Gouveia, que conquistou o júri com um pão que se destacou pelo equilíbrio entre tradição, sabor e qualidade.
A vencedora da categoria Broa foi a Brisanorte – Pastelarias, de Leiria, demonstrando a excelência de um dos produtos mais emblemáticos da panificação portuguesa.
Na categoria Centeio, a distinção coube à Padaria Guetim 2, de Espinho, que apresentou um produto de elevada qualidade, valorizando as características próprias deste tipo de pão.
O prémio da categoria Sementes foi conquistado pela Crust Padaria, de Cascais, cujo produto se destacou pela combinação de sabor, textura e apresentação.
Já na categoria Inovação, a vencedora foi a Padaria Dias, da Covilhã, reconhecida pela originalidade da sua proposta e pela capacidade de introduzir novos conceitos sem perder a ligação à tradição da panificação.







