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CIM Viseu Dão Lafões aprova contas de 2025 com saldo superior a 9,2 milhões de euros

As contas de 2025, aprovadas por unanimidade, com 43 votos, foram apresentadas na assembleia intermunicipal, hoje em Sátão

A Assembleia Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões aprovou hoje, por unanimidade, as contas de 2025, com um saldo de gerência superior a 9,2 milhões de euros (ME).

As contas de 2025, aprovadas por unanimidade, com 43 votos, foram apresentadas na assembleia intermunicipal, hoje em Sátão, distrito de Viseu, pelo secretário executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho.

Das contas apresentadas, relativamente ao ano transato, Nuno Martinho destacou ainda as receitas cobradas durante o ano, que totalizaram quase 21,5 ME, “sendo a sua maioria respeitante a receitas correntes” e as despesas totalizaram quase 17 ME.

O resultado líquido do exercício de 2025 foi superior a 109 mil euros; o saldo de gerência foi superior a 4,6 ME; e a taxa de execução desse ano foi de 88%.

O grande investimento para o território tem sido em áreas estruturantes como a mobilidade, a proteção civil e defesa da floresta, a coesão social, competitividade e empreendedorismo e o turismo”, destacou Nuno Martinho.

Na mobilidade, esteve em destaque em 2025 o arranque do projeto de mobilidade de transportes entre os 14 municípios com o Mobi Viseu Dão Lafões, “um fator decisivo para a coesão e competitividade do território”.

“Tivemos um aumento de 35% de compra de passes e isto é revelador do nosso sistema e de um passe único para circular em todo o território no valor de 20 euros. Vamos arrancar em breve com transportes entre as zonas industriais, nas horas de mudança de turnos e com ligações diretas entre as sedes de concelho”, disse.

Nuno Martinho destacou ainda, na área da coesão social, “o aumento significativo de apoio, desde o segundo semestre do ano anterior, aos CLAIM [Centros Locais de Apoio à Integração de Migrantes] de todos os municípios, inclusive com apoio jurídico”.

“O grande ADN desta CIM é o saber trabalhar em rede, é o saber trabalhar junto, com os seus municípios e com o tecido institucional da região e isso tem feito a diferença, também através de uma plataforma que desenhámos nas diversas áreas, como a educação, com as escolas, para um trabalho em rede que é tão importante”, defendeu.

Nuno Martinho realçou que a CIM “é um facilitador e aglutinador de interesse para desenhar projetos para o território, mas o sucesso da sua implementação depende da envolvência do território, desde a primeira hora”.

Abril 27, 2026 . 21:30

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