
Megaoperação da PJ em Penalva do Castelo apreende quase 300 obras de arte
A Polícia Judiciária (PJ), através da Diretoria do Centro, realizou um conjunto de buscas, domiciliárias e não domiciliárias, em Penalva do Castelo, que levaram à apreensão de 278 obras de arte, alegadamente pertencentes a um cidadão norte americano, falecido em 2024, e que se encontravam na posse de um seu antigo funcionário, informou aquela autoridade em comunicado enviado ao Diário de Viseu.
Segundo o comunicado, entre as apreensões, "foram identificados trabalhos artísticos alegadamente executados por 27 autores diferentes, nomeadamente, Pablo Picasso, Joan Miró, David Hockney, Albrecht Dürer, Pierre Bonnard e Juan Downey".
"Trata-se de pinturas, litografias, serigrafias, esculturas e objetos de origem arqueológica, entre outros bens culturais", acrescentam.
Algumas obras "aparentam ser produções artísticas e arquitetónicas realizadas no período “antes de Cristo” (a.c.), abrangendo a Pré-História e a Antiguidade", contando-se escultraram "datadas entre o séc. I (a.c.) e o séc. XVIII, bem como artefactos arqueológicos dos períodos Neolítico, Greco Romano e de diversas origens, tais como a Pérsia, o Médio Oriente, a América Central e Sul, África, China e Síria".
As diligências da PJ foram efetuadas "em estreita colaboração" com peritos do Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra.
As investigações prosseguem, sendo o inquérito titulado pelo DIAP de Viseu.








