
DesertBusters representam o IPV na EUNICE Start Cup
O concurso EUNICE Start Cup reuniu recentemente nove equipas do Instituto Politécnico de Viseu determinadas a transformar desafios atuais em soluções com impacto real. A grande vencedora foi a equipa ‘DesertBusters’, com um projeto focado na prevenção da degradação e desertificação dos solos, promovendo uma abordagem baseada em dados para apoio à decisão e intervenção sustentável.

Entre as ideias apresentadas estiveram soluções para melhorar a conservação de bebidas, modernizar a experiência em autocarros turísticos, reforçar a prevenção de incêndios florestais, otimizar a qualidade e seleção de sementes, apoiar a monitorização e desempenho desportivo, facilitar a remoção de resíduos em pranchas, garantir conectividade em cenários de catástrofe e incentivar comportamentos de reciclagem.
A ‘DesertBusters’ vai representar o Instituto Politécnico de Viseu na competição internacional promovida pela EUNICE, que terá lugar em abril deste ano na Universidade de Tecnologia de Poznan, na Polónia.
Em entrevista após a vitória, os estudantes Dinis Pereira e Guilherme Taveira do CteSP Computação Cloud da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego partilharam o percurso do projeto e as expectativas para a próxima etapa.

Para a fase internacional, o foco da equipa é “continuar a evoluir o projeto, dar o nosso melhor e apresentar uma solução eficaz e competente”. O nível das outras universidades é uma preocupação, mas garantem que querem “representar Portugal no seu melhor”. A ideia de negócio nasceu em contexto académico e foi sendo "desenvolvida e evoluindo até chegar aqui (ao concurso)” e ter tido um desempenho que lhes garantiu a vitória.
Sobre o problema que procuram resolver, a equipa explica que “o Alto Douro está a sofrer uma evolução crescente na degradação e na desertificação dos solos” e que a ideia é conseguir “prevenir antes que chegue a um estado de degradação irreversível, aplicando técnicas de mitigação que previnam essa degradação”.
Mais do que a competição, a dimensão internacional da oportunidade é valorizada, já que podem “mostrar ao mundo o que Portugal tem”, e trata-se de uma experiência na qual podem “conhecer pessoas novas e as ideias de outras universidades”, sendo “algo único”.








