
Renúncia Quaresmal na Diocese de Viseu apoia vítimas das tempestades
O bispo de Viseu, António Luciano, anunciou que a Renúncia Quaresmal na Diocese de Viseu será usada para ajudar as vítimas das tempestades que atingiram as dioceses do Centro de Portugal e reforçar o Fundo de Emergência da Diocese.
Na sua mensagem para a Quaresma, convida ainda todos os fiéis da diocese a viverem a Quaresma como um tempo “de abertura e escuta da Palavra de Deus, favorável à salvação de todos, à iluminação da fé, à conversão do coração, à mudança de comportamentos e ao arrependimento dos pecados”.
Sublinha também que todos são convidados a abrir o coração e a colocar todas as forças e trabalhos pastorais ao serviço de uma cuidada preparação espiritual.
“A Quaresma deve ser um tempo privilegiado de renovação e preparação espiritual, através da iluminação interior, do encontro com Deus, da conversão pessoal e da mudança do coração para acolher o mistério da vida nova, oferecido na Páscoa de Jesus”, destaca, lembrando que o Papa Leão XIV, na sua mensagem, ‘Escutar e jejuar. Quaresma como tempo de conversão’, convida a escutar a Palavra de Deus com fidelidade e docilidade ao Espírito Santo. “Recorda-nos a importância do nosso estilo de vida e pede-nos para redimensionarmos o nosso modo de agir perante o outro, libertando-nos do egoísmo, da indiferença, do individualismo, do pecado e de tudo aquilo que é contrário à fé e aos costumes”, acrescenta.
António Luciano pede que a oração individual e comunitária “seja feita com mais intensidade ao longo destes 40 dias, para ser mais frutuosa”. “Peço a todos os batizados que vivam a vocação cristã na prática da caridade, em oração, com boas obras, através do jejum e da abstinência, proposto na Quarta-Feira de Cinzas e nas sextas-feiras da Quaresma, dias em que ‘se deve escolher uma alimentação simples e pobre, que poderá concretizar-se na abstenção de carne’”.
O bispo convida os sacerdotes, diáconos, consagrados e agentes da pastoral a viverem “intensamente” a espiritualidade quaresmal e “a propô-la ao povo de Deus, como caminho de reconciliação e libertação interior”.








