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GNR chamada à Escola Secundária de Mangualde após agressões entre alunos

De acordo com GNR, a situação envolveu um aluno de nacionalidade brasileira e um grupo de adolescentes portugueses, maioritariamente menores de idade

A GNR foi chamada, na última sexta-feira, à Escola Secundária Felismina Alcântara, em Mangualde, após um grupo de alunos se ter envolvido em agressões, confirmou o oficial de Relações Públicas do Comando Territorial de Viseu da Guarda Nacional Republicana, major André Batista, ao Diário de Viseu. 

Segundo a mesma fonte, a ocorrência envolveu um aluno de nacionalidade brasileira e um grupo de adolescentes, maioritariamente portugueses e menores de idade, entre os quais um jovem de 18 anos. "Fomos chamados ao local para separar um grupo de alunos que estaria em agressão com um outro aluno", disse ao nosso Jornal.

Na sequência das agressões, um dos jovens foi transportado para uma unidade hospitalar, apresentando "alguns ferimentos". A GNR tomou conta da situação e encontra-se agora a apurar as causas do sucedido.

Ao Diário de Viseu, o diretor do agrupamento, Joaquim Loureiro, garantiu que a escola "atuou de imediato de acordo com o estatuto do aluno para todos os envolvidos e identificados" e reforçou que "a GNR e a Escola Segura estiveram sempre presentes". 

Após as agressões, alguns encarregados de educação deslocaram-se ao interior da escola, tendo também sido identificados pela GNR.

Sobre as consequências internas e externas, o diretor do agrupamento de escolas explicou ainda que "alguns dos estudantes têm mais de 16 anos e estão todos identificados pelas autoridades, depois poderão responder criminalmente lá fora e, internamente, recorremos às suspensões preventivas e estamos a instaurar processos disciplinares".

O responsável relembrou também que "a escola atua sempre de acordo com a lei" e reconheceu que "confusões existem em todas as escolas, umas mais graves do que outras, mas nunca ficamos de braços cruzados", sendo "fundamental continuar a desenvolver atividades, quer com a Escola Segura, quer com associações parceiras, no âmbito destas questões". 

Nas redes sociais, uma encarregada de educação, sob anonimato, denunciou o alegado ato de violência na Escola Secundária de Mangualde, apontando ainda "negligência das autoridades e a omissão da escola".

(Atualizada às 11h45)

Fevereiro 2, 2026 . 10:54

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