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Académico personalizado vence o Farense e mantém-se na corrida para a subida

Os viseenses estiveram em tarde de acerto e “derrubaram” os algarvios que não encontraram o antidoto para travar uma boa segunda parte da turma comandada por Sérgio Fonseca

Académico      3

Domen Gril; Robinho (Tomás Domingos, 68’), Nikos Mechelis, Anthony Correia e Gu Costa (Simão Silva, 87’); Messeguem e Luís Silva (Pedro Barcelos, 87’); Álvaro Zamora, Kahraman ( Rodrigo Guedes, 90+1’) e João Guilherme (Tomás Silva, 87’); André Clóvis.

Suplentes não utilizados: Bruno Brigido, Samba Koná, Rúben Pereira, Lorougnon Gohi

Treinador: Sérgio Fonseca

SC Farense      0

Brayne Aráujo; Toni Herrero, Rui Fernandes e Romero; D’Ágrela (Jaime, 72’), Falcão, Semedo (Rafael Teixeira, 79’) e Delgado; André Candeias (Dário, 63’), Sangaré (Rui Costa, 63’) e Bruno Almeida (Menino, 79’).

Suplentes não utilizados: Tannander, Gio, Jaime, Duarte Furtado, A. Ndiaye

Treinador: Manuel Fernandes

Jogo no Estádio Municipal do Fontelo, em Viseu

Árbitro: Luís Godinho (AF Évora)

Auxiliares: Rui Teixeira e Pedro Mota

4.º Árbitro: Tânia Patrão

Resultado ao intervalo: 1-0

Marcadores: João Guilherme (41’ e 74’), Álvaro Zamora (80’).

Ação disciplinar. Cartão amarelo: André Candeias (44’), Romero (50’), D’Ágrela (74’), Robinho (59’), Luís Silva (71’), Nikos Michelis (86’)

Assistência: 1 571 espetadores

Silvino Cardoso

Académico de Viseu e SC Farense disputaram no Fontelo a 14.ª jornada da II Liga e a vitória sorriu aos viseenses por 3-0. Ao intervalo os donos da casa já estavam na frente do marcador com um golo sem resposta

O Académico entrou de forma ofensiva, frente a um adversário também a mostrar a sua agressividade na movimentação. Mas o conjunto academista demorou a acertar com a estratégia para ultrapassar a formação de Faro. E até aos 30 minutos as duas equipas mostraram movimentação diferente, mas o jogo, no global, esteve muito equilibrado. A partir da meia hora de jogo, os viseenses a conseguiu equilibrar os processos ofensivos e a evidenciar clara superioridade.

Um dos momentos de fricção aconteceu aos 15 minutos quando Domen Gril, ao tentar repor a bola em jogo, rematou contra Falcão e valeu ao Académico o facto da bola ter saído pela linha do fundo.

O lance deu algum ‘entusiasmo’ aos algarvios, mas não passou disso, porque o seu futebol continuou a privilegiar o meio campo, de onde lançavam os seus ataques, bem travados pela defensiva academista.

Aos 20 minutos surgiu a primeira grande oportunidade de golo no jogo. André Clóvis conseguiu isolar-se e tirar o guarda-redes algarvio do caminho, mas o remate fez a bola sair a raspar o poste da baliza.

O SC Farense depois de sair a jogar, conseguia movimentar-se na zona do meio campo de forma a tentar arranjar espaço para chegar à baliza de Domen Gril, sem o sucesso desejado. O Académico apostava nas transições e combinações atacantes para levar o perigo até à baliza de Bryane Araújo e o golo esteve à vista, ainda antes dos quarenta  minutos.

Aos 41 minutos, em mais uma transição e combinação atacante, com André Clóvis e o médio Karhaman e este a servir João Guilherme que rematou com êxito, sem dar hipótese ao guarda-redes algarvio. Estava feita meia justiça no jogo até então, premiando o maior teor ofensivo dos academistas.

Ao intervalo o resultado espelhava, ainda assim, o melhor movimento atacante dos donos da casa com futebol mais em profundidade, tendo o Farense chegado menos vezes junto da baliza de Gril.

No reatamento os algarvios deram mostras de querer mudar o rumo. O Académico respondeu com a pressão indicada, conseguindo instalar-se, no meio campo farense. Á passagem da uma hora de jogo, Silas fez mexidas no seu onze, entrando Dário e Rui Costa, e a equipa mostrou maior dinâmica.

Aos 74 minutos em mais uma jogada de ataque, bem elaborada, André Clóvis isolou João Guilherme que, frente ao guardião visitante, não perdoou, aumentando a vantagem. Mas os viseenses queriam mais e Àlvaro Zamora deu corpo a esse desejo ao rematar, com o guarda-redes Bryane Araújo a ficar mal na fotografia ao deixar passar a bola por baixo do seu corpo.

André Clóvis, o goleador da II Liga procurou o seu golo, sem o ter conseguido. No entanto, há que dizer que trabalhou muito e foi o ‘abre-latas’ para que os seus companheiros pudessem marcar, permitindo a vitória que não sofre qualquer contestação. O Académico completou o seu sétimo jogo sem perder para o campeonato, na era Sérgio Fonseca.

Dezembro 13, 2025 . 18:45

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