
“Estamos preparados para as exigências do jogo frente ao Feirense”
O técnico Sérgio Fonseca começou por sublinhar que a equipa manterá a sua identidade, apesar das particularidades do duelo, afirmando: “Temos de manter-nos iguais a nós próprios e àquilo que temos sido até agora. Não é um adversário fácil pelas dimensões do campo, face à forma como jogam em casa, que os tornam num adversário difícil, principalmente após um resultado positivo em Vizela”.
Para o técnico, o Feirense encaixa no perfil típico da Liga 2, sendo “uma equipa muito competitiva, um pouco à imagem do que foi o Penafiel, ou seja, uma equipa agressiva, que em casa procura sempre dar o máximo e galvaniza-se muito pela sua massa associativa”.
Sérgio Fonseca, reforçou ainda a postura que exige à sua equipa, garantindo: “Da nossa parte haverá sempre o mesmo registo, a mesma atitude, o mesmo querer, a mesma ambição e a mesma humildade. Vamos em busca dos três pontos”.
Questionado sobre a preparação para defrontar um adversário que já não ganha em casa há três jogos e irá, com toda a certeza irá regressar às vitórias frente ao Académico, o treinador garantiu que o grupo está atento a todos os detalhes: “Os jogadores estão por dentro dos comportamentos do nosso adversário. Sabem das dimensões e do tipo de equipa que vão encontrar e durante a semana preparámo-nos para dar resposta a essa exigência”, referindo que “olhando para a tabela classificativa, muitas equipas estão com grande proximidade pontual”, acrescentando que “ainda estamos numa fase inicial do campeonato, falta muito, e vamos seguindo jogo a jogo, sempre à procura dos três pontos”.
Também João Guilherme abordou a sua adaptação ao clube e à cidade, destacando a importância da estabilidade pessoal: “A minha adaptação aqui em Viseu foi muito boa. Ter a minha família, o meu filho e a minha esposa comigo, contribuiu para me sentir bem cá, para nos sentirmos bem dentro do clube e para poder trabalhar de cabeça tranquila”.
Sobre o desafio em Santa Maria da Feira, o avançado reconheceu as dificuldades, mas afirmou que o grupo “está bem focado e bem unido”, admitindo que “é um jogo muito difícil, porque pela dimensão, dá a entender que é um campo mais curto, mas sabemos que temos de ir lá fazer um jogo muito concentrado, impondo o nosso ritmo e a nossa intensidade”.
O avançado brasileiro destacou ainda o trabalho conjunto do trio ofensivo. “Acredito que cada jogo tem a sua história. Trabalhamos para que tudo corra bem entre nós dentro de campo, mas, como falei, o grupo está unido e é um trabalho conjunto. Eu, o Clóvis e o Zamora, tal como todos, iremos trabalhar naquilo que o mister pedir das nossas funções dentro de campo, para sair de lá com os três pontos e pelo bem do Académico”, concluiu.








