
Falhas de engenharia provocaram implosão do Titan
O Jornal de Notícias avançou hoje que falhas de engenharia e testes inadequados contribuíram para a implosão catastrófica do submersível Titan em 2023, apontou, na quarta-feira, o Conselho Nacional de Segurança nos Transportes (NTSB) dos Estados Unidos.
O relatório foi divulgado após uma investigação de agosto da guarda-costeira americana destacar uma série de problemas relacionados com a conduta da operadora OceanGate e erros de projeto que levaram à tragédia, que causou a morte dos cinco ocupantes do submersível.
O relatório acrescenta que a OceanGate não monitorizou adequadamente, em tempo real, os dados da embarcação sob pressão, "motivo pelo qual a empresa não sabia que o Titan tinha sofrido danos e deveria ter sido retirado imediatamente de serviço" após uma imersão anterior.
A comunicação com o submersível foi cortada uma hora e meia após a imersão, a 18 de junho de 2023, o que deu início a uma busca dramática, que atraiu a atenção mundial.
Recorde-se que os destroços foram encontrados dias depois, a cerca de 500 metros da proa do Titanic.
Após a tragédia, a OceanGate interrompeu as suas operações. No ano passado, a família de Nargeolet processou a empresa, sediada nos Estados Unidos, acusando-a de negligência grave.








