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Académico foi superior ao adversário e merecia mais do que um ponto

Muita parra e pouca uva num jogo em que o árbitro Márcio Torres foi o protagonista, pela negativa, demonstrando critérios diferentes com prejuízo para os viseenses

Académico de Viseu e FC Paços de Ferreira encontraram-se no Estádio do Fontelo, para cumprimento da 2.ª jornada da Liga 2, mas não houve golos, embora fosse a equipa de Sérgio Vieira a que mais procurou ganhar, mas a defesa pacense e a péssima arbitragem não deu para mais.
O primeiro lance de perigo para a baliza de Marafona, aconteceu no minuto inicial, numas entrada mais ofensiva dos donos da casa. O Paços de Ferreira respondeu aos sete minutos, conquistando um canto. Os pacenses pressionavam os portadores da bola, o que ia dificultando a tarefa dos donos da casa.
Aos 18 minutos um centro, com conta peso e medida de André Clóvis, foi desperdiçado de cabeça por Igor Milioransa. Foi a primeira grande oportunidade de golo no jogo até então. No minuto seguinte Luís Silva arrancou pontapé forte mas a bala saiu ao lado da baliza .
O Académico detinha superioridade e criava muitas aproximações à baliza de Marafona, mas o golo esteve longe de acontecer, sendo a exceção o lance referido e ocorrido aos 18 minutos.
O intervalo chegou sem golos e de nada valeu ao Académico estar em ascendente, porque a falta de finalização e alguma sorte para os pacenses, não deu para mais.
O treinador do Paços de Ferreira, deixou nas cabinas Costinha e fez entrar o viseense Caiado que representa agora a equipa da capital do móvel.
Decorria o minuto 53 e Pavlic rematou à baliza de Bruno Brigido e a bola acabou nas malhas laterais, no lance mais perigoso do Paços durante todo o encontro. Antes o Académico tinha tido tudo para fazer o golo mas mais uma vez não concretizou.
Não restavam dúvidas de que quem mandava no jogo era o Académico apesar do árbitro complicar o que era fácil, ou seja, assinalar mal, sem isenção, em termos de faltas.
O jogo aproximava-se do fim e nem as substituições resultaram para o lado do Académico que viu o árbitro deixar passar em claro uma carga sobre André Clóvis, quando este se aprestava para ficar isolado, ficando eventualmente, por marcar um golo já muito perto dos 90 minutos.
Um empate que sabe a derrota porque o Paços de Ferreira não jogou para vencer, mas somente para levar um ponto, queimando tempo e ainda beneficiando da atuação do árbitro que veio de Viana do Castelo e não dignificou a arbitragem.

 

André Clóvis foi eleito o homem do jogo

Ao ser questionado o porquê de um empate sem golos, Clóvis disse que a equipa tudo fez para ganhar, “mas estamos aqui de cabeça erguida, pois trabalhamos para vencer”.
Simão Silva, o jovem que tinha estado na antevisão ao jogo, referiu que “demos tudo pela vitória, mas foi evidente que o Paços de Ferreira veio ao Fontelo jogar para o ponto. Vamos trabalhar para vencer no próximo jogo, porque os sócios merecem”.|

Agosto 16, 2025 . 20:32

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