
Sérgio Vieira vai continuar no Académico de Viseu para a próxima época
Recorde-se que Sérgio Vieira chegou ao Académico e encontrou uma equipa com alguns 'anticorpos' difíceis de debelar e, apesar de tudo fazer para que desaparecessem, não lhe permitiu atingir um dos três primeiros lugares na II Liga, como tinha assumido, quando foi contratado pela SAD.
O facto de não ser ele a fazer o sempre importante e necessário estágio de pré-época com a equipa, e estar imbuído na mudança de comportamentos da equipa em campo, a que se juntaram muitas lesões graves de jogadores fundamentais para atingir o que tinha sido definido, além de ter de lançar jovens na II Liga, não só por necessidade, mas também para os 'colocar' na alta roda do futebol, foram fatores decisivos para o suposto falhanço da luta pela subida.
A SAD do Académico de Viseu percebeu os problemas com que o treinador se debateu e continuando a acreditar na sua competência para levar o clube ao mais alto patamar do futebol nacional profissional, manteve a aposta no técnico e já está bastante adiantado o processo para a continuação de Sérgio Vieira à frente dos destinos da equipa profissional na II Liga na próxima época.
Refira-se que o treinador tem em cima da mesa convites de clubes da I Liga para a próxima época, o que só por si é o reconhecimento da sua competência como técnico. No entanto, e porque foi notória a sua dedicação e trabalho levado a cabo no Académico, apesar de todas as contrariedades com que teve se se confrontar, e a que se junta a vontade de querer ver o clube regressar ao campeonato profissional maior nacional, “o que não acontece há 35 anos”, como
ele próprio muitas vezes referiu nas habituais conferências de imprensa, fazendo notar que “a cidade e a região necessitam de um clube com o historial do Académico na I Liga”, levam à opção da SAD e Sérgio Vieira em manterem o vínculo.
Lembre-se o treinador ainda tem contrato até 30 de junho e com opção para continuar à frente da equipa por mais uma época. Assim o treinador e a SAD do Académico têm já o processo de renovação praticamente fechado, permitindo que ambas as parte possam construir a 'casa' pelos alicerces fortes e sustentados e e não pelo 'telhado'.








