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O balanço de uma época que pode colocar o CD Tondela de volta à I Liga

Veja a reportagem sobre a época dos auriverdes, que estão mais próximos que nunca de voltar ao principal escalão de futebol profissional em Portugal.

O Clube Desportivo de Tondela (CDT) caminha a passos largos para a I Liga. Numa altura em que li­dera a II Liga, com 58 pontos, a promoção é um cenário cada vez mais cer­to, três anos após a despromoção.

A caminhada dos beirões começou em agosto na Madeira. O encontro marcou a estreia de Luís Pinto como técnico dos tondelenses. Num jogo em que começou a perder, Roberto conseguiu a reviravolta em apenas três minutos. Os três pontos pareciam viajar para Tondela, mas o empate consumou-se já depois do minuto 90. Seguiram-se três empates consecutivos, antes da vitória “gorda” em Mafra por 0-4. À quinta jornada, o CDT ocupava o oitavo lugar, com sete pontos.

A 28 de setembro, Tondela acolheu o dérbi das beiras, que se saldou por um triunfo robusto para os locais por 4-1. Este resultado deu início a uma série de cinco vitórias sobre Torreen­se, Leixões, Benfica B e Oliveirense. Porém, em Santa Maria da Feira, os “fogaceiros” travaram o embalo ao CDT, impondo um empate a uma bola. Seguiu-se a vitória em casa frente ao Paços de Ferreira, um empate em Vizela e nova vitória ante o Portimonense.

Período conturbado pareceu comprometer a época
Após a vitória caseira frente aos algarvios , seguiu-se um período difícil para os beirões, que entraram numa série de cinco jogos sem vencer, com um empate em Chaves (2-2), uma surpreendente derrota em casa frente à U. Leiria (1-4), e três empates seguidos, frente a Alverca, Marítimo e Porto B. Tudo isto fez com que, à 19.ª jornada, o CDT estivesse no terceiro lugar, somando 34 pontos. Na jornada seguinte, recebeu o líder Penafiel e a vitória por 2-0 permitiu alcançar a liderança da prova, que não largou até ao momento.

Parecia o recomeço de algo melhor para o CDT, mas a ida a Felgueiras resultou na segunda derrota da equipa. Mesmo assim, continuou líder. O regresso às vitória surgiu diante do Mafra, por 1-0, seguindo-se mais um empate, desta vez em Viseu (1-1). Foi o primeiro empate de dois consecutivos, já que os tondelenses voltariam a casa para defrontar o Torreen­se (2-2).

Num mar de incertezas, o clube mostrava-se algo imprevisível, mas graças a um esforço ou dedicação acrescida a per­da de pontos começou a ser al­go do passado. Contou-se então uma vitória pela margem mínima frente ao Leixões, e dois triunfos suados contra o Benfica B e o Oliveirense.

Um dos jogos da época foi o duelo com o Feirense, no Estádio João Cardoso. Numa partida onde os visitantes marcaram de forma madrugadora, por Leandro Antunes, logo aos seis minutos, foi preciso esperar pelos minutos finais para ver al­go épico. Rodrigo Ramos empa­tou aos 83 minutos e assistiu para o 2-1 sete minutos depois. No entanto, este golo da vitória acabaria por ser anulado. Num jogo em que o empate parecia ser um resultado destinado, foi já aos 90+11’ que Costinha montava uma louca reviravolta, da marca dos onze metros.

Depois da vitória suada em casa, seguiu-se a deslocação ao reduto do “aflito” Paços de Ferreira. O avançado tondelense Miro apenas precisou de apontar à baliza uma vez para desbloquear o marcador, consumando mais três pontos fulcrais para o caminho dos auriverdes rumo ao principal escalão de futebol profissional.

Olhando para a tabela, nesta altura, conseguíamos ver o CDT cada vez mais embalado para a subida de divisão. Contabilizando 57 pontos, o líder da II Liga alcançou, ao final de 29 jornadas, uma vantagem de seis pontos para o segundo classificado, o Vizela, e de nove para o terceiro posto, Alverca, lugar que permite disputar o playoff de acesso à Primeira Liga. Em jogo, só estavam apenas 15 pontos em disputa.

Veja a reportagem completa!

Maio 2, 2025 . 12:00

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