
Há festa em Sernancelhe no Dia do Município
Há comemorações que levam os seus dias e, em Sernancelhe, o Dia do Município vai ser celebrado a par com as festas em honra de Nossa Senhora de ao Pé da Cruz. O programa, que se prolonga até 4 de maio, tem o seu “momento especial” este sábado, dia de feriado municipal.
“No dia 3 é comemorada a parte mais protocolar com o convite a todos os membros políticos e coletividades, onde é feito um momento de hastear da bandeira, às 9h30, juntamente com a Banda Filmarmónica de Sernancelhe, seguindo-se um pequeno convívio com todos os parceiros e entidades que têm interesse em estar presente neste momento com o município”, começou por explicar o vereador da autarquia, Armando Mateus, acrescentando que o restante programa prevista está a cargo da comissão de festas.
Nesse dia, a programação continua, pelas 11h00, com uma descarga de fogo no Monte de Nossa Senhora de ao Pé da Cruz, e uma missão campal e sermão no largo do santuário. A parte da tarde guarda as atuações do Rancho Folclórico de Sernancelhe, do grupo “As Band”, dos “Insert Coin” e dos DJ’s Tinoni e L’Justinn.
O dia 4, já se sabe, é reservado para a Majestosa Procissão, “a parte mais elevada das festas”. “Às 17 horas, a procissão desce do Monte de Nossa Senhora de ao Pé da Cruz e percorre as principais ruas da vila e aí sim que as pessoas repartem-se pelas várias ruas para assistir à grandiosa precisão, que é composta por bandas filarmónicas, fanfarras, andores e também por crianças, que depois também estão caracterizadas”, adiantou.
As festas contam ainda com arruadas a cargo da Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de Matosinhos e da Banda Filarmónica de Sernancelhe, além da tradicional missa campal no santuária, da largada de paraquedistas, agendada para as 15h30, e da descarga de fogo no monte do Castelo, às 18h00. O encerramento das festas acontece às 19h00. E como o dia do município é também o celebrar 901 de história, é também tempo de relembrar as grandes potencialidades do território.
Falamos, como não poderia deixar de ser, da castanha, de Aquilino Ribeiro e da parte desportiva do concelho. Segundo o vereador, “podemos dizer que a castanha é aquela que assume um patamar mais elevado e mais diferenciador, até pelo facto de nos denominarmos como Terra da Castanha”, onde o escritor Aquilino Ribeiro assume especial importância no turismo literário, estando também associado a outras atividades.
À lista acrescenta-se o Santuário da Lapa, “um dos nossos ícones”, e depois o turismo de lazer e de natureza com os Passadiços do Távora. “Há uma junção de vários produtos que depois dão resposta a diferentes públicos, seja mais uma vertente mais gastronómica, literária ou desportiva”, concluiu.







