Os dados constam na análise "Produção Científica Portuguesa, 2014-2023: Ensino Superior Público Universitário", da Direção-Geral de Estatísticas de Educação e Ciência (DGEEC)
Os diretores escolares criticaram hoje a divulgação dos ‘rankings’ das escolas que dizem “comparar o incomparável”, alertando que as análises ignoram fatores com impacto no desempenho dos alunos, como a falta de professores ou o contexto socioeconómico.
Os casos de insucesso aumentaram em todos os níveis de ensino no ano letivo de 2022/2023, com 23% dos alunos do secundário a chumbar ou desistir dos estudos, segundo uma análise da Lusa.
À semelhança do ano anterior, Escola Secundária Alves Martins, em Viseu, volta a liderar o ‘ranking’ com 624 “20” atribuídos aos alunos, seguindo-se as secundárias de Amarante (545), de Penafiel (545), a Alberto Sampaio (506) e a Carlos Amarante (504), ambas em Braga.
A Escola Básica e Secundária Ferreira da Silva, em Oliveira de Azeméis, que em 2024 foi o estabelecimento de ensino público com melhor média nos exames nacionais, implementou em janeiro a proibição do uso de telemóveis em todo o recinto.
Os alunos dos colégios voltam a ter melhores resultados nos exames do secundário, com a primeira pública a surgir apenas em 33.º lugar de uma tabela nacional em que os estabelecimentos públicos localizados no norte ficam melhor na fotografia.