Segundo o jornal Público, o primeiro-ministro associa a data dos pedidos de documentação feitos no âmbito da averiguação preventiva ao caso da Spinumviva a duas campanhas eleitorais, insinuando que houve motivações políticas
O primeiro-ministro considerou hoje que um eventual ato de vandalismo contra o gabinete do líder do Chega “é inconcebível em democracia” e deve ser alvo de uma investigação rápida e conclusiva.