“A arguida assistiu a tudo sem que nada tenha feito para tentar por cobro à conduta dos filhos”, refere o MP. Factos tiveram lugar na madrugada de 29 de abril, em Lisboa
O primeiro-ministro considerou hoje que um eventual ato de vandalismo contra o gabinete do líder do Chega “é inconcebível em democracia” e deve ser alvo de uma investigação rápida e conclusiva.