O relatório aponta ainda que “a normalização da violência, as dificuldades na denúncia de abusos e a falta de monitorização eficaz” colocam em risco os direitos dos utentes
O primeiro-ministro considerou hoje que um eventual ato de vandalismo contra o gabinete do líder do Chega “é inconcebível em democracia” e deve ser alvo de uma investigação rápida e conclusiva.