Segundo o jornal Público, as buscas realizadas estão relacionadas com o facto de Dores Meira “ter recebido perto de 35.500 euros da câmara a título de ajudas de custo por ter usado a sua viatura particular em deslocações de serviço"
O primeiro-ministro considerou hoje que um eventual ato de vandalismo contra o gabinete do líder do Chega “é inconcebível em democracia” e deve ser alvo de uma investigação rápida e conclusiva.