O primeiro-ministro espanhol disse hoje estar consciente das "dúvidas e indícios" sobre o ocorrido em Ceuta em julho, mas garantiu não existirem, até agora, provas de uma ação "desenha ou executada" por Marrocos.
Os focos do debate público em Espanha mudaram subitamente da imigração e de Ceuta para a habitação, um assunto que é "mais favorável para a esquerda" e que levou hoje o socialista Pedro Sánchez a antecipar eleições.
A federação espanhola de futebol anunciou esta semana que vai financiar a congelação de óvulos de jogadoras e árbitras, numa medida aplaudida pela maioria mas que também recebida com dúvidas e críticas por parte de desportistas de elite.
Espanha viveu este ano os meses de junho, julho e agosto mais quentes de que há registo, com uma "persistência das altas temperaturas totalmente excecional", disse hoje a agência espanhola de meteorologia (Aemet).
O primeiro-ministro espanhol disse hoje estar consciente das "dúvidas e indícios" sobre o ocorrido em Ceuta em julho, mas garantiu não existirem, até agora, provas de uma ação "desenha ou executada" por Marrocos.
A Polícia Nacional de Espanha garantiu hoje que o relatório que elaborou sobre Ceuta não atribui às forças de segurança marroquinas "o planeamento ou execução" da entrada de mais de 70.000 pessoas na cidade.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, qualificou hoje a entrada em massa de pessoas em Ceuta como um ataque a Espanha e à Europa em que estiverem envolvidos Israel e EUA e descartou responsabilidades por parte de Marrocos.
O chefe do Governo espanhol, Pedro Sánchez, vai comparecer no dia 03 de setembro numa sessão plenária extraordinária do Congresso para explicar a atuação do executivo perante a entrada maciça de migrantes em julho em Ceuta, foi hoje divulgado.