A reforma do Ministério da Educação, que passou de 18 para sete entidades com serviços mais digitalizados, resultou numa redução de pessoal em 50% e uma poupança anual de 50 milhões de euros, disse hoje o ministro.
O presidente do Sindicato Nacional do Ensino Superior (SNESup) manifestou-se hoje preocupado com o número de estudantes mais pobres com colocação na 1.ª fase do concurso nacional de acesso, que representam apenas 3% dos quase 50 mil colocados.
Segundo os dados do Instituto para o Ensino Superior (IES), foram colocados 1.302 estudantes em licenciaturas em Educação Básica, mais 8,6% face ao ano anterior
São 452 as vagas que ficam disponíveis para a segunda fase, depois de cursos como Comunicação Social, Fisioterapia, Enfermagem, Gestão de Empresas e Engenharia Informática terem preenchido todas as vagas