O primeiro-ministro considerou hoje que um eventual ato de vandalismo contra o gabinete do líder do Chega “é inconcebível em democracia” e deve ser alvo de uma investigação rápida e conclusiva.
O primeiro-ministro considerou hoje que um eventual ato de vandalismo contra o gabinete do líder do Chega “é inconcebível em democracia” e deve ser alvo de uma investigação rápida e conclusiva.
A Unidade Nacional Contraterrorismo da Polícia Judiciária está hoje a fazer diligências no gabinete do presidente do Chega na Assembleia da República, depois de André Ventura ter divulgado nas redes sociais que o espaço teria sido invadido.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje que mantém a confiança no ministro da Administração Interna e rejeitou que Luís Neves tenha ameaçado deputados do Chega, devolvendo estas acusações ao partido de André Ventura.
Os problemas nas correções dos exames, no ano de estreia da avaliação digital das provas feitas em papel, levaram o Governo a adiar o prazo de afixação das notas para sexta-feira e a um coro de críticas da oposição, entre propostas de comissões de inquérito (BE) e pedidos de um debate de urgência (Chega e PCP) com o ministro da Educação, Fernando Alexandre, entretanto agendado para sexta-feira
PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS aprovaram hoje, na especialidade, com a oposição da esquerda parlamentar, um projeto conhecido como “lei das burcas”, que se destina a proibir a ocultação do rosto em espaços públicos.
A petição lançada no final da semana passada a pedir a anulação dos exames nacionais, sem prejuízo dos alunos, já ultrapassou as 9.000 assinaturas, garantindo a discussão na Assembleia da República.