O candidato presidencial André Ventura considerou hoje "um desrespeito pedir às pessoas para irem votar", tendo em conta a situação em algumas zonas do país devido às cheias, mas espera que "todos consigam cumprir o dever".
Centenas de portugueses estão hoje a convergir para o consulado de Portugal em Paris para votar na segunda volta das presidenciais, com vários a exercerem pela primeira vez o seu direito de voto, prevendo-se uma participação historicamente elevada.
A presidente da Iniciativa Liberal (IL), Mariana Leitão, apelou aos eleitores que consigam votar hoje na segunda volta das Presidenciais que o façam, recordando que "o voto é decisivo para a manutenção de uma democracia saudável".
A afluência às urnas na segunda volta das eleições presidenciais situava-se, até às 12:00 de hoje, nos 22,35%, segundo dados da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, acima do que se registou na primeira volta.
O ministro da Defesa, Nuno Melo, apelou hoje, no Porto, ao voto, apesar de considerar que a eleição decorre em circunstâncias muito difíceis, destacando o papel do chefe de Estado no momento que o país atravessa.
O Exército contabiliza hoje no terreno 1.648 militares distribuídos em 41 concelhos de 12 distritos de Portugal, apoiados por centenas de viaturas e outros equipamentos para ajudar as populações afetadas pelas cheias.
Os caudais do rio Tejo no distrito de Santarém mantêm-se hoje relativamente estáveis, entre os 6.000 e os 6.500 metros cúbicos por segundo, indicou à Lusa a Proteção Civil de Santarém.
O candidato presidencial António José Seguro pediu hoje aos eleitores que aproveitem “a aberta no mau tempo” para ir votar e dizer “o que querem e quem querem para Presidente da República”.