Portugal tem, pela primeira vez desde que o colégio cardinalício foi criado, quatro cardeais eleitores no conclave que irá escolher o sucessor de Francisco. Além dos quatro cardeais eleitores portugueses - António Marto, Américo Aguiar, Manuel Clemente e Tolentino de Mendonça – existem outros nove lusófonos: sete brasileiros, um cabo-verdiano e um timorense.
Regras rígidas, absoluto segredo, assim se escolhe um novo Papa e o mesmo acontecerá com o substituto de Francisco, que será eleito entre os 135 membros do Colégio Cardinalício com menos de 80 anos, incluindo quatro portugueses.
Francisco, o 266.º Papa da Igreja Católica que morreu hoje, teve um pontificado marcado pela inovação e desejo de mudança ao longo dos quase 12 anos de liderança do Vaticano.
O Papa Francisco, que morreu hoje aos 88 anos, soube que ia ser nomeado bispo num 13 de maio, data simbólica para os católicos portugueses, que receberam o líder da Igreja por duas ocasiões.
O funeral do Papa será diferente do dos anteriores pontífices, pois Francisco aprovou mudanças e a simplificação do ritual das exéquias para destacar o seu estatuto de fiel cristão face ao de chefe da Igreja Católica.
O Papa Francisco, que morreu hoje, comportou-se, em Roma, como um missionário vindo do fim do mundo para recuperar as promessas de abertura do Concílio Vaticano II, num pontificado marcado pelo combate aos abusos sexuais, guerras e uma pandemia.
A GNR registou mais um morto nas últimas 24 horas nas estradas portuguesas, aumentando para quatro o número de vítimas mortais nos 2.116 acidentes contabilizados desde o início da Operação Páscoa 2025, anunciou a corporação.