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Ética!

Junho 23, 2026 . 21:30
Estamos num momento da vida em que a reflexão e o desafio do conhecimento são factores componentes do ADN. Sim ouvir um Manuel Sobrinho Simões (IPATIMUO), Artur Portela (BIAL) entre outros… são desafios que assumo semanalmente.

Ouvir reflectir com pensamentos diferentes e com visões do mundo diferentes, ajudam a sair da bolha próxima e muitas vezes levam a temas de pesquisa que consolidam o conhecimento e o pensamento crítico.

Na política encontramos a vida. Do povo soberano: dos outros a nossa. Convivi jovem com personalidades que me marcaram: Nuno Cruz Abecassis, Adriano Moreira, Lucas Pires entre muitos outros. Homens de Visão, humanistas, personalistas. Todos com comportamentos éticos irrepreensíveis. Sim, acredito na ética e nas possibilidades que pode trazer para melhorar as relações em sociedade.

Sim, acredito no bom senso, nos juízos morais do homem bom e virtuoso. Acredito na CONSCIÊNCIA. Podemos e devemos assumir as nossas posições em consciência. O valor supremo do homem é a felicidade que se deve procurar nas acções, na razão e na virtude com justiça para não criar desigualdades.

Mas a nossa vida actual está a ser consciente? Decidimos nós de forma consciente individual e a olhar para o colectivo procurando ter uma visão ética das nossas acções e da nossa razão?

Temos mesmo capacidade e consciências das nossas capacidades ou temos capacidades ocultas de relacionamento como refere o nosso Artur Portela (BIAL). Aplicamos a justiça nas nossas avaliações e acções principalmente com as vítimas, que na justiça são mal tratadas.

Temos mesmo a ética dos negócios: as boas práticas, desempenho ético das organizações, uma boa comunicação, auditoria, controle e eficácia de melhoria! Ter visão, missão e respeito pelas partes interessadas. A ética deve estar presente na mais ínfima das nossas acções. Deve estar voltada para o bem e para a “polis”.

A ética está relacionada com o bom senso, com os juízos morais do homem bom e virtuoso. Sim brio; ter brio em tudo o que fazemos alcançando a felicidade com, razão virtude e justiça. Esta noção de felicidade é pessoal e colectiva. Pessoal por escolha, colectiva como resultado dessa mesma escolha.

Quer no racional quer no emocional. A ética como virtude promove impulsos, sentimentos paixões e acções: virtude e JUSTO MEIO. Diz o povo “nem todos os meios justificam os fins”. Para esses impulsos há que ter TEMPERANÇA, direi BRIO.

Aqui a noção de justiça ultrapassa o aspecto meramente legal e regulador. As matérias de facto e a matéria de direito são ultrapassadas pela noção de colectivo de valores e atitudes. Quem fez o quê? PORQUÊ? O porque das coisas, das decisões das atitudes. O valor da consciência pessoal e colectiva. Sim ter atitudes conscientes da responsabilidade individual.

Já na ética empresarial (institucional) encontramos o compromisso da gestão, responsabilidades, missão e visão da organização. Sistema de valores e partes interessadas, boas práticas, indicadores e metas de desempenho.

Auditoria e controle divulgação do desempenho ético de conduta. No RGestão as instituições devem relatar a influência do ambiente macroeconómico, desempenho da empresa, aplicação de resultados “polis”. Com ética e “propósito”.

Junho 23, 2026 . 21:30

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