
Arte, ciência e cultura unem comunidade escolar no "Dia a(R)tivo" da Escola Azeredo Perdigão
A Escola Azeredo Perdigão celebrou o Dia Mundial da Criança com a realização do ‘Dia a(R)tivo’, uma iniciativa que substituiu as aulas tradicionais por 25 oficinas práticas abertas a toda a comunidade. Dinamizado pela equipa do Plano Cultural de Escola (PCE) no âmbito do Plano Nacional das Artes (PNA), o evento transformou o espaço escolar num polo de socialização e formação crítica.
Ao longo do dia, os alunos trocaram os manuais escolares pela experiência direta em áreas que ligaram as artes a interculturalidade, a inclusão, a ciência e multimédia. Divididas entre o interior e o exterior do recinto, as atividades contaram com o acompanhamento permanente do corpo docente, assegurando a concretização de um direito fundamental: o acesso das crianças à fruição e participação ativa nas práticas artísticas.
O programa arrancou com a receção no campo de jogos, dando lugar a um leque diversificado de atividades que incluíram desde olaria, origami, teatro de sombras, banda desenhada, sobre rodas, ilustração, até à leitura e debates sobre a epilepsia. Contudo, foi a vertente sensorial que acabou por conquistar especial atenção: a oficina no eco jardim com o tato e o olfato e a oficina orientada pela artesã Lilly Serena afirmaram-se como um dos momentos mais marcantes e concorridos do evento, despertando a curiosidade de miúdos e graúdos com as suas criações em gesso e velas perfumadas.
Entre as múltiplas atividades, a olaria, aguarela, caricatura, lápis de cor, dança, música e karaoke, registaram também uma adesão massiva e entusiástica por parte dos alunos.
O ‘Dia a(R)tivo’ encerrou em ambiente de festa com um espetáculo musical que reuniu alunos, professores, encarregados de educação e a direção.
O diretor do agrupamento de escolas, Marco Rodrigues, considera que este tipo de iniciativas “são uma mais valia no crescimento e no desenvolvimento multilateral das nossas crianças”. “Contribui também para melhoria das relações interpessoais e para fortalecer o sentido de pertença para com a escola”, acrescenta.







