
Festival Mosaico chega hoje ao centro histórico de Viseu
E como se de um mosaico se tratasse, este festival promete juntar as “peças” no centro histórico de Viseu e realizar 30 concertos, entre cinco palcos diferentes.
A programação, que arranca hoje sob o mote “O caminho da felicidade”, propõe um percurso musical e cultural pelo coração da cidade, promovendo a acessibilidade, a participação e a valorização do espaço público como palco.
Durante os três dias, serão apresentadas propostas transversais às várias gerações, com entrada gratuita. Os concertos decorrem diariamente entre as 19h45 e as 00h00, com espaços localizados na Praça D. Duarte, Mercado 2 de Maio, Adro da Sé e o Largo de Santa Cristina, onde estarão dois palcos.
Sonoridades que vão desde a música urbana à eletrónica, passando pelo fado contemporâneo, serão apresentadas hoje pelos palcos do centro histórico, com Miss Universo, Bateu Matou, Bianca Barros, Soraia Tavares, Ricardo Ribeiro, Jovem Dionísio, O Pouca Roupa, Davi Santiago, O Marta e os Expresso Transatlântico.
Amanhã o destaque será o cruzamento entre a música pop, eletrónica de autor e a tradição reinventada, com Milhanas, Nenny, Tiago Nacarato, Moullinex GPU, Buba Espinho e Cantadeiras da Essência Alentejana, Agir, Marlow Digs, Outlaw Alliance, Érika Martyns e Tilhon.
O festival encerra no sábado, com projetos consolidados da música portuguesa. Nos palcos poderão ouvir-se Matay, Rita Rocha, Noiserv, Irma, The Black Mamba, Mizzy Miles, Carne, Amaterazu, Bastardos do Cardeal e The Legendary Tiger Man.
Na apresentação do festival, a vereadora da Cultura do município, Leonor Barata, disse que “mais do que um evento de música, o festival pretende ser uma plataforma de ativação cultural do nosso centro histórico”, frisou.
A autarca acrescentou ainda que o executivo viseense quer que “esta atividade artística seja catalisadora e promotora do desenvolvimento do centro histórico, sublinhando conceitos importantes que têm a ver com a coesão social, a sustentabilidade urbana e a revalorização do espaço público”.
O projeto, com entrada livre, convida públicos de todas as gerações, promovendo o turismo cultural e afirmando a cidade como lugar de convergência e experimentação.
E assim, cada um dos palcos da 1.ª edição do festival Mosaico “convida também à descoberta de diferentes atmosferas sonoras e ativa circuitos pedonais entre ruas, largos e praças, promovendo um percurso urbano onde ecoa o tema do festival”.







