
Cinco minutos bastaram para os viseenses vencerem o SC Braga
A contar para 13.ª Jornada da fase de apuramento de campeão, o Académico de Viseu recebeu o SC Braga e venceu por 2-0, resultado que já se verificava ao intervalo.
Entrada bastante cautelosa de ambas as equipas, com estudo mútuo em termos de movimentação em campo, mas a muita chuva e o sintético encharcado não permitia ‘rodriguinhos’.
Aos dois minutos Krystian Cubas abriu o ativo, após boa combinação atacante, tendo sido assistido por José Finisterra. Reagiu o SC Braga com duas aproximações à baliza de Santiago Gomes.
Mas foi o Académico a aumentar a vantagem, desta feita com Gabriel Jesus a estrear-se a marcar pela sua equipa, decorriam apenas cinco minutos.
A intensidade da chuva aumentou de tal forma que o árbitro interrompeu o jogo que foi retomado 15 minutos depois, com o treinador bracarense a fazer uma alteração para o reinicio do encontro.
Aos 16 minutos Daniel Carrasco, depois de servido por Miguel Almeida, ficou isolado frente ao guarda-redes Romário Cunha, tendo ficado com tudo para fazer o terceiro para a sua equipa, mas rematou contra o guardião.
Decorria o minuto 25 minutos e, novamente, Daniel Carrasco rematou forte mas o guarda-redes bracarense fez uma grande defesa. No minuto seguinte foi Guilherme Ferreira, que com a baliza aberta, rematou por cima da barra.
Com o aproximar do intervalo o árbitro alterou, nitidamente, o seu critério apitando a tudo e a nada a favor do SC Braga, acontecendo o inverso em relação ao Académico. Ainda assim, o resultado não se alterou até ao apito para o descanso.
O SC Braga reentrou mais ofensivo para o segundo tempo e durante os primeiros cinco minutos esteve mais perto da baliza academista. Aos poucos os viseenses foram respondendo e chegado com perigo junto da baliza visitante, como aconteceu aos 78 minutos com a bola a ‘recusar-se’ a entrar dento da baliza.
O SC Braga nunca foi capaz de assentar o seu jogo, não por demérito seu mas sim por muito mérito dos academistas que não permitiram. Santiago Gomes não necessitou de fazer muito mais do que 'apanhar' as bolas que saíram pela linha do fundo. Demonstrando muita coesão defensiva e uma boa movimentação em contra-ataque o Académico mostrou que, se tivesse feito uma primeira volta idêntica à segunda, podia estar a lutar pelo título.
A equipa comandada por Sérgio Fonseca teve de levar de vencida o SC Braga e, lamentavelmente, contrariar a falta de isenção do árbitro que em lances idênticos teve critério diferentes com prejuízo para o Académico.








