
Cerca de 600 participantes no Caminho dos Monges em Tarouca
A caminhada começou no emblemático Mosteiro de São João de Tarouca, berço da Ordem de Cister em Portugal, e levou os participantes numa verdadeira viagem no tempo até à Ponte Românica da aldeia de Vila Pouca, com paragens nos principais pontos emblemáticos do património do concelho.
“Mais do que uma caminhada, o Caminho dos Monges foi uma celebração viva da identidade local”, refere a Câmara de Tarouca, lembrando que “houve música, recriações históricas, animação itinerante e, claro, a deliciosa gastronomia regional, onde não faltaram os tradicionais milhos no pote, o caldo de cebola a fumegar e as feijocas cheias de sustento e sabor”.
O presidente do município, Valdemar de Carvalho Pereira, destacou a importância crescente do evento. "Este Caminho dos Monges representa aquilo que de melhor temos, a paisagem, o património, a história e um povo que sabe receber. Ver tantas pessoas a viverem esta experiência com emoção é motivo de grande orgulho para Tarouca", frisou.
Também José Damião Melo, vice-presidente da autarquia, destacou o impacto estratégico do evento no concelho.
“Este é um evento diferenciador, capaz de criar oportunidades para o território, é um momento de promoção e divulgação do nosso concelho, das nossas paisagens e património” até porque “são muitos os que conheceram Tarouca pela primeira vez hoje e vão voltar, não apenas pelo que viram ou degustaram, mas acima de tudo pelo acolhimento que as gentes de Tarouca garantem sempre”, referiu.
A edição de 2025 contou com participantes vindos de vários pontos do país, onde “muitos já prometem regressar no próximo ano para repetir a experiência”.







