
Leão XIV pede que "trabalho continue a ser o motor da esperança"
O Papa apelou hoje a uma "educação que promova a procura da verdade" e que "o trabalho continue a ser o motor da esperança", num encontro com representantes do setores da educação, economia, cultura e desporto de Espanha.
Leão XIV desafiou a assistência para que falava, em Madrid, a promover "o diálogo social" e a "tecer redes novas" para "entrelaçar uma sociedade renovada" em que a cultura "preserve a memória e favoreça o diálogo, que a educação promova a procura da verdade com espírito crítico" e os empresários "reconheçam a dignidade da pessoa e o trabalho continue a ser o motor da esperança".
"Tecer redes é um diálogo entre instituições centrado na dignidade humana", o que "implica, por exemplo, que a universidade não viva de costas para o mundo do trabalho nem renuncie à verdade, que a atividade empresarial não veja o empregado como um fator mais na educação dos seus interesses, que a arte não tenha só como fim as elites, que o desporto não se reduza a espetáculo ou se converta em mero negócio, que o progresso tecnológico leve em conta os idosos, os pobres e quem não tem voz", acrescentou.
"As estruturas económicas e institucionais são justas só na medida em que servem para o desenvolvimento integral da pessoa e favorecem a participação responsável de todos", disse o Papa, que lembrou à assistência que a Igreja Católica é "perita em humanidade", a base da mensagem de Jesus Cristo, e não pode ignorar "a condição dos pobres" ou deixar de se perguntar quem está a ficar excluído, "apesar das suas virtudes e capacidades".
Leão XIV sublinhou que "a Igreja, consciente tanto dos seus acertos como dos seus erros ao longo da história, aspira a permanecer em diálogo com o mundo contemporâneo", depois de alertar que a sociedade atual tem "uma capacidade extraordinária para produzir, inovar e comunicar" mas corre o risco de ser só perita nos meios e eficácia de produção, sem questionar para produz e porquê.
O Papa falava para milhares de pessoas numa sala de espetáculos e eventos desportivos em Madrid em que começou por considerar que é "impossível não admirar a pegada de criatividade" de Espanha ao longo da história que se manifesta na arquitetura, na arte ou na gastronomia.
O encontro contou com a participação e intervenções de personalidades espanholas como o ator António Banderas, a nadadora Teresa Perales (que tem 28 medalhas conquistadas em jogos paraolímpicos), a campeã olímpica e mundial de badminton Carolina Marín e os líderes das maiores associações patronais e centrais sindicais espanholas, entre outros.
O Papa apelou hoje a uma "educação que promova a procura da verdade" e que "o trabalho continue a ser o motor da esperança", num encontro com representantes do setores da educação, economia, cultura e desporto de Espanha.
Leão XIV desafiou a assistência para que falava, em Madrid, a promover "o diálogo social" e a "tecer redes novas" para "entrelaçar uma sociedade renovada" em que a cultura "preserve a memória e favoreça o diálogo, que a educação promova a procura da verdade com espírito crítico" e os empresários "reconheçam a dignidade da pessoa e o trabalho continue a ser o motor da esperança".
"Tecer redes é um diálogo entre instituições centrado na dignidade humana", o que "implica, por exemplo, que a universidade não viva de costas para o mundo do trabalho nem renuncie à verdade, que a atividade empresarial não veja o empregado como um fator mais na educação dos seus interesses, que a arte não tenha só como fim as elites, que o desporto não se reduza a espetáculo ou se converta em mero negócio, que o progresso tecnológico leve em conta os idosos, os pobres e quem não tem voz", acrescentou.
"As estruturas económicas e institucionais são justas só na medida em que servem para o desenvolvimento integral da pessoa e favorecem a participação responsável de todos", disse o Papa, que lembrou à assistência que a Igreja Católica é "perita em humanidade", a base da mensagem de Jesus Cristo, e não pode ignorar "a condição dos pobres" ou deixar de se perguntar quem está a ficar excluído, "apesar das suas virtudes e capacidades".
Leão XIV sublinhou que "a Igreja, consciente tanto dos seus acertos como dos seus erros ao longo da história, aspira a permanecer em diálogo com o mundo contemporâneo", depois de alertar que a sociedade atual tem "uma capacidade extraordinária para produzir, inovar e comunicar" mas corre o risco de ser só perita nos meios e eficácia de produção, sem questionar para produz e porquê.
O Papa falava para milhares de pessoas numa sala de espetáculos e eventos desportivos em Madrid em que começou por considerar que é "impossível não admirar a pegada de criatividade" de Espanha ao longo da história que se manifesta na arquitetura, na arte ou na gastronomia.
O encontro contou com a participação e intervenções de personalidades espanholas como o ator António Banderas, a nadadora Teresa Perales (que tem 28 medalhas conquistadas em jogos paraolímpicos), a campeã olímpica e mundial de badminton Carolina Marín e os líderes das maiores associações patronais e centrais sindicais espanholas, entre outros.
Leão XIV chegou a Madrid no sábado, para uma viagem de sete dias a Espanha que o levará ainda a Barcelona e a duas ilhas das Canárias.







