
Medina, Alexandra Leitão e Ana Catarina Mendes na Comissão Política Nacional do PS
Mais de metade da Comissão Política Nacional do PS proposta por José Luís Carneiro foi renovada, havendo lugar para nomes como os ex-ministros Fernando Medina e Alexandra Leitão e os eurodeputados Francisco Assis e Ana Catarina Mendes.
A eleição deste órgão e do Secretariado Nacional é um dos pontos da reunião da Comissão Nacional do PS que está hoje reunida pela primeira vez com a nova composição que saiu do último congresso do partido, que decorreu no final de março, em Viseu.
Segundo informação avançada por fonte oficial do PS, dos 65 membros efetivos da Comissão Política Nacional do PS, 37 são novos, o que corresponde “a uma taxa de renovação de 57%”.
A lista, que é depois ordenada por ordem alfabética, é encabeçada por Teresa Almeida, presidente da CCDR Lisboa e Vale do Tejo.
O ex-ministro das Finanças Fernando Medina mantém-se neste órgão, no qual passarão agora a estar os eurodeputados Ana Catarina Mendes e Francisco Assis e o antigo deputado Sérgio Sousa Pinto, todos nomes que saíram agora do Secretariado Nacional do PS, o órgão mais restrito da direção.
A antiga líder parlamentar do PS e candidata a Lisboa nas últimas autárquicas, Alexandra Leitão, também integra a Comissão Política Nacional.
“Estão representadas todas as federações e círculos eleitorais de Portugal, e integram membros provenientes de 83 concelhos diferentes, assegurando uma forte diversidade territorial”, refere a mesma fonte oficial, que acrescenta que estão neste órgão autarcas de todo o país, entre os quais António Pina, de Faro, Carlos Zorrinho de Évora, João Nicolau de Alenquer ou Fátima Fernandes de Montalegre.
O PS garante que “o PS vai além de qualquer outro Partido em Portugal com uma distribuição de género de acordo com os requisitos estatutários definidos pelo partido” e, em termos etários, “o membro mais jovem tem 23 anos e o mais velho 80 anos, sendo que a média de idades, incluindo suplentes, se fixa nos 56 anos”.
“O secretário-geral pretende fazer deste órgão o principal espaço de discussão política do partido, com reuniões de caráter mensal, reforçando o seu papel estratégico na definição de orientações e debate interno”, pode ler-se ainda.








