
Portugal envia 120 militares para missão da NATO na Lituânia
De acordo com um comunicado da Marinha, esta força de fuzileiros será projetada na quinta-feira para Klaipeda, na Lituânia, “a fim de participar nas medidas de tranquilização da NATO, destinadas a reforçar a segurança coletiva dos Estados-membros, particularmente os situados na fronteira leste da Aliança Atlântica”.
A missão tem uma duração prevista de oito meses e visa “dissuadir potenciais ameaças, através do aumento da presença militar aliada e da realização de exercícios combinados”.
Os 120 militares serão comandados pelo capitão-de-fragata fuzileiro Filipe Rocha Rei, e têm várias competências, que vão desde “mergulho de combate, inativação de explosivos e cinotécnica”.
No comunicado, são citadas declarações do chefe do Estado-Maior da Armada (CEMA), almirante Jorge Nobre de Sousa, que na cerimónia militar que marcou a projeção assinalou que esta missão “representa a presença visível e determinada de Portugal na defesa do direito internacional e da democracia, sustentáculos dos valores ocidentais".
Em 04 de abril de 1949 foi assinado, em Washington, o Tratado do Atlântico Norte. Portugal é um dos 12 membros fundadores da Aliança Atlântica, a par dos Estados Unidos da América, Bélgica, Canadá, Dinamarca, França, Países Baixos, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega e Reino Unido.
São também membros a Grécia, Turquia, Alemanha, Espanha, República Checa, Hungria, Polónia, Bulgária, Eslováquia, Eslovénia, Estónia, Letónia, Lituânia, Roménia, Albânia, Croácia, Montenegro, a Macedónia do Norte, a Finlândia e a Suécia.









