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IGAS abre inquéritos a mortes de utentes que esperavam socorro

Os dois inquéritos visam apurar as circunstâncias que envolveram as mortes de uma mulher em Sesimbra e de um homem em Tavira

A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) abriu hoje dois inquéritos para apurar as circunstâncias que envolveram as mortes de uma mulher em Sesimbra e de um homem em Tavira enquanto esperavam por socorro.

A IGAS refere em comunicados sobre os dois casos que os processos têm “como objeto a qualidade dos serviços prestados” aos utentes “na perspetiva da prontidão” e investigar os factos relativos às ocorrências.

Hoje, o comandante dos Bombeiros Voluntários de Carcavelos confirmou à Lusa que uma mulher que estava em paragem cardiorrespiratória morreu na quarta-feira na Quinta do Conde, em Sesimbra, após esperar mais de 40 minutos por socorro.

O caso foi avançado pela Rádio Renascença e é o terceiro esta semana de alegado atraso no socorro, depois da morte de um homem no Seixal, que aguardou três horas por uma ambulância, e de um outro em Tavira, em Faro, que esteve mais de uma hora à espera de socorro.

Janeiro 8, 2026 . 20:00

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