
Museu do Louvre defende qualidade das vitrinas que guardavam as joias roubadas
A direção do Museu do Louvre, em Paris, defendeu esta terça-feira a qualidade das vitrinas, instaladas em 2019, que guardavam as joias roubadas no domingo, sustentando que eram mais seguras que as anteriores.
"O Museu do Louvre sustenta que as vitrinas instaladas em dezembro de 2019 representaram um avanço considerável em termos de segurança, dado o grau de obsolescência do antigo equipamento, que, sem substituição, teria implicado a retirada das obras da vista do público", afirmou a direção do museu parisiense, em resposta a uma publicação do jornal satírico Le Canard Enchaîné.
O jornal afirmou que "o roubo das joias da Coroa, que ocorreu na manhã de 19 de outubro, poderia provavelmente ter sido evitado se o Louvre não tivesse trocado as vitrinas que as albergam por outras supostamente mais seguras", referindo que as vitrinas atuais eram "aparentemente mais frágeis do que as antigas".
No domingo, os criminosos levaram apenas alguns minutos para entrar na Galeria de Apolo num elevador de mercadorias, partir rapidamente duas das três vitrinas instaladas no final de 2019 para guardar as joias preciosas, utilizando uma rebarbadora, e fugir com oito joias.








