
Rally de Portugal com “a melhor lista de inscritos do ano” do WRC
A 58.ª edição estará na estrada entre 15 e 18 deste mês com passagens por Mortágua, vai contar com 12 carros da competitiva categoria Rally1, sendo um para Diogo Salvi, que conduzirá o Ford Puma Rally1 integrado na estrutura da M-Sport. Desde 2012 que um português não conduzia um carro da categoria principal do Mundial de ralis. Com a inscrição das 95 equipas inscritas, incluindo, 13 pilotos portugueses, foi atingido um número muito superior aos 70 do Monte-Carlo ou 63 concorrentes da prova espanhola.
Com 12 Rally1 à partida, está garantido o espetáculo nas seletivas e exigentes classificativas da prova organizada pelo Automóvel Club de Portugal (ACP), a que se juntam mais 55 Rally2.
A campeã do mundo Toyota alinha com quatro GR Yaris Rally1, com as cores oficiais, para Elfyn Evans, Sébastien Ogier, Kalle Rovanperä e Takamoto Katsuta, embora só com os três primeiros a pontuarem para o campeonato de construtores. O ‘line up’ da Gazoo Racing é de luxo, com o 'otocampeão' do mundo Ogier, o bicampeão Rovanperä e o atual líder do campeonato Evans. O campeão do WRC2 do ano passado, Sami Pajari, alinha com um GR Yaris com as especificações de fábrica e inscrito pela Toyota Gazoo Racing WRT2. A Hyundai Motorsport inscreveu três i20 N Rally1 para o campeão do mundo Thierry Neuville, Ott Tänak e Adrien Fourmaux, um trio que pontua para o campeonato de marcas.
A equipa britânica M-Sport Ford apresenta uma formação alargada para a prova. Além dos pilotos Grégoire Munster e Josh McErlean, vão estar ao volante dos Ford Puma Rally1 o letão Mārtiņš Sesks e o português Diogo Salvi, que faz a sua estreia ao volante de um carro da categoria principal.
O WRC2 ainda está mais competitivo este ano. Em Portugal, estão inscritos 56 pilotos, o que deixa antever um espetáculo aliciante. Nomes como os de Oliver Solberg (Toyota GR Yaris), Gus Greensmith (Skoda Fabia RS), Kajetan Kajetanowicz (Toyota GR Yaris), Nikolay Gryazin (Skoda Fabia RS), Jan Solans (Toyota GR Yaris) e os irmãos Yohan e Léo Rossel (Citroën C3), estão entre os favoritos, mas não são de descurar outros candidatos à vitória na categoria.
O rali é composto por três etapas e 24 provas especiais de classificação, num total de 344,5 km disputados ao cronómetro. As novidades deste ano surgem na primeira etapa, a mais longa do rali, com os troços de Águeda/Sever do Vouga e Sever do Vouga/Albergaria-a-Velha. Na segunda etapa, há a registar o regresso de Vieira do Minho. Antes de começar a competição a sério, os pilotos têm o ‘shakedown’ em Baltar, para fazer a última afinação dos carros.







